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Classification scheme
CFLLTV
Colecção de Fontes Locais das Linhas de Torres Vedras
1778/1834
AMVFX
Arquivo Municipal de Vila Franca de Xira
1801-03-07/1829-05-21
CMALH
Câmara Municipal de Alhandra
1811-03-21/1829-05-21
CMALV
Câmara Municipal de Alverca
1801-05-01/1826-06-23
CMVFX
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
1801-03-07/1823-11-28
006
Este livro há-de servir para os acórdãos da Câmara e todo vai numerado e rubricado por mim com o meu signal de que uso abaixo declarado. Tem seu princípio em 31 de Dezembro. Vila Franca de Xira, 30 de Dezembro de 1806. Sottomaior.
1806-12-31/1809-02-12
012
Este livro há-de servir para o Registo Geral da Câmara e tem seu princípio no mês de Março do ano presente, e todo vai numerado e rubricado por mim com o meu sinal de que uso abaixo declarado. Vila Franca de Xira, 20 de Março de 1808. Germano Teodoro Xavier de Gouveia.
1808-03-20/1810-09-03
014
Gazeta de Almada. [Transcrição manuscrita].
1808-08-25/1808-12-06
017-1
Registo de ordens de pagamento (mandados da renda da imposição e obras públicas) de Vila Franca de Xira, 1809-1821
1809-02-18/1812
018
Livro que há-de servir para os acórdãos da Câmara desta Vila que tem o seu princípio em 9 de Fevereiro corrente e todo vai numerado e rubricado por mim com o meu sinal de que uso abaixo declarado. Vila Franca de Xira, 9 de Fevereiro de 1809. CastelBranco. O Juiz de Fora, José António Soares Pinto Mascarenhas CastelBranco.
1809-02-09/1810-10-04
021
Este livro há-de servir para os acórdãos da Câmara e tem seu princípio no mês de Fevereiro e todo vai numerado e rubricado por mim com o meu sinal de que uso abaixo declarado. Vila Franca de Xira. 10 de Fevereiro de 1811. O Juiz de Fora, José António Soares Pinto Morais Mascarenhas CastelBranco.
1811-02-19/1813-03-30
026
Este livro há-de servir para contas do Tesoureiro das Esmolas do Mártir São Sebastião e tem princípio em Janeiro de 1813 e todo vai numerado e rubricado por mim com o meu sinal de que uso abaixo declarado. Vila Franca de Xira, 1 de Janeiro de 1813. João José Miguel Ferreira da Silva Amaral.
1813-01-09/1833-02-22
030
Este livro há-de servir para os acórdãos da Câmara e todo vai numerado e rubricado por mim com o meu sinal de que uso abaixo declarado, tem seu princípio em 3 de Abril de 1813. Alberto Henriques de Faria Gorjão.
1813-04-03/1815-08-23
034
Livro que há-de servir para o Registo Geral da Câmara e todo vai numerado e rubricado por mim com o meu sinal de que uso abaixo declarado. Vila Franca de Xira, 20 de Setembro de 1813. Juiz de Fora, Manuel Garcia Monteiro e Costa.
1813-09-20/1816-07-27
040
Este livro há-de servir para se lançarem os acórdãos da Câmara e todo vai numerado e rubricado por mim com o meu sinal de que uso abaixo declarado. Vila Franca de Xira, 1 de Agosto de 1815. O Juiz de Fora, Manuel Garcia Monteiro e Costa.
1815-09-09/1819-01-27
041
Carta de ofício do corregedor da Comarca do Ribatejo, Amaro José de Araújo Velasco Camisão, para os oficiais da Câmara da Vila Franca de Xira, apelando ao pagamento da idemnização devida a João António da Silva, pelos danos de causa pública que este sofreu na sua fábrica, no lugar da Ponte, em Alverca, aquando da invasão do Exército de Massena.
1823-09-03/1823-11-28
001
Alvará de 7 de Março de 1801.
1801-03-07/1801-03-07
002
Edital de 20 de Julho de 1801.
1801-07-20/1801-07-20
003
Aviso de 22 de Fevereiro de 1802.
1802-02-22/1802-02-22
004
Instrução de 16 de Abril de 1806.
1806-04-16/1806-04-16
005
Ordem régia de 19 de Maio de 1806.
1806-05-19/1806-05-19
007
Alvará de 21 de Outubro de 1807.
1807-10-21/1807-10-21
008
Decreto de 26 de Novembro de 1807.
1807-11-26/1807-11-26
009
Edital de 29 de Dezembro de 1807.
1807-12-29/1807-12-29
010
Decreto de 1 de Fevereiro de 1808.
1808-02-01/1808-02-01
011
Decreto de 27 de Fevereiro de 1808.
1808-02-27/1808-02-27
013
Decreto de 28 de Março de 1808.
1808-03-28/1808-03-28
015
Edital de 20 de Setembro de 1808.
1808-09-20/1808-09-20
016
Alvará de 6 de Outubro de 1808.
1808-10-06/1808-10-06
019
Alvará de 7 de Junho de 1809.
1809-06-07/1809-06-07
020
Ordem dos Governadores do Reino de 11 de Setembro de 1810.
1810-09-11/1810-09-11
022
Portaria de 31 de Julho de 1811.
1811-07-31/1811-07-31
023
Ordem régia de 10 de Dezembro de 1811.
1811-12-10/1811-12-10
024
Ordem régia de 15 de Junho de 1812.
1812-06-15/1812-06-15
025
Portaria de 22 de Dezembro de 1812.
1812-12-22/1812-12-22
027
Ordem régia de 26 de Janeiro de 1813.
1813-01-26/1813-01-26
028
Ordem régia de 26 de Março de 1813.
1813-03-26/1813-03-26
029
Ordem régia de 29 de Março de 1813.
1813-03-29/1813-03-29
031
Portaria de 8 de Maio de 1813.
1813-05-08/1813-05-08
032
Ordem régia de 27 de Agosto de 1813.
1813-08-27/1813-08-27
033
Ordem régia de 9 de Setembro de 1813.
1813-09-09/1813-09-09
035
Portaria de 28 de Setembro de 1813.
1813-09-28/1813-09-28
036
Portaria de 14 de Outubro de 1813.
1813-10-14/1813-10-14
037
Ordem régia de 22 de Novembro de 1813.
1813-11-22/1813-11-22
038
Ordem régia de 3 de Junho de 1814.
1814-06-03/1814-06-03
039
Portaria de 30 de Abril de 1815.
1815-04-30/1815-04-30
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
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Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
Description details
Description level
Subsection
Reference code
PT/AMM/CFLLTV/AMVFX-CMVFX
Title type
Formal
Production dates
1801-03-07
to
1823-11-28
Dimension and support
41 registos; 3468 imagens
Producer
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira.
Biography or history
Vila Franca de Xira, tem o seu começo de história no século XII, altura em que foi “baptizada” pelos árabes de Cira ou Xira, devido à vegetação natural que cobria a região inculta.
No séc. XVIII, Vila Franca de Xira era pertença dos bens da coroa e a sua igreja paroquial da comenda da Ordem de Cristo. Pertenceu à provedoria e comarca de Torres Vedras e integrou a comarca do Ribatejo quando esta foi constituída. A concentração de grandes propriedades na classe nobiliárquica – eclesiástica, que acumulava direitos rendosos sobre a produção económica, era um traço dominante. A nobreza possuía grandes quintas nesta região e a agricultura era a principal ocupação das gentes de Vila Franca de Xira.
Produzia-se o trigo, cevada, milho e legumes. A vinha e os pomares de citrinos eram também uma constante, sobretudo nos arredores da vila e nas suas quintas. Nas lezírias, terras férteis da margem esquerda do Tejo, pertença da Coroa e da igreja, trabalhavam jornaleiros e rendeiros, que faziam parte do centro abastecedor de Lisboa. Tendo como principal culturas os cereais panificáveis, eram também abundantes em caça, gado cavalar e gado bravo. A pesca era também outra actividade de relevo.
O comércio era igualmente relevante, pois a vila ficava muito bem posicionada para essa prática, junto à estrada real e ao rio Tejo e, mais tarde, em 1856, passou a ser servida pelo 1º troço de caminho de ferro. Tinha feira franca, pelo menos desde 1645, no primeiro Domingo de Outubro.
Este fundo documental reúne documentação produzida pela Câmara desde o séc. XVII até à actualidade, que constitui uma excelente fonte de informação para a execução de estudos históricos, sócio-económicos, demográficos, toponímicos, administrativos, institucionais, municipais e etnográficos.
De 27 de Maio a 3 de Junho de 1823, na decorrência de um golpe de Estado, denominado Vilafrancada, em que, Vila Franca ajudou a pôr o fim ao constitucionalismo durante a revolta, trazendo a proclamação da restauração do absolutismo.
Devido a este incidente, o Infante D. Miguel a 7 de Julho de 1823, denomina Vila Franca, de Villa Franca da Restauração. De acordo, com Lino de Macedo, Vila Franca de Xira teve esta denominação durante os 6 dias em que a família real se encontrou na cidade “escondida” dos “infiltrados”. Contudo, a documentação existente, define outro tempo.
Em 1836, dá-se o começo do desenvolvimento em Vila Franca de Xira, pois é constituída a Companhia das Lezírias do Tejo e Sado, em 1856, assiste-se à inauguração do primeiro troço de linha-férrea do país entre Lisboa e Carregado e em 1893, a inauguração dos novos Paços do Concelho de Vila Franca de Xira, demonstrou ser um pretexto para o município dessa época, apresentar publicamente o seu relatório de actividades.
Já no séc. XX, é inaugurada a Ponte de Vila Franca de Xira, permitindo uma ampla comunicação com o País e dez anos mais tarde a inauguração da auto-estrada entre Lisboa e Vila Franca de Xira.
Os anos 80, já no séc. XX, Vila Franca de Xira passa de “vila” a cidade e cresce a “olhos vistos”.
Rica tanto em história como em património cultural, Vila Franca é conhecida pela Igreja da Misericórdia, o Chafariz do Alegrete de 1797, a Casa/Pátio da Galache, o Convento de Santo António, o Senhor da Boa Morte, locais que aconselhamos a visitar.
A documentação referente aos fundos tanto da Câmara Municipal como da Administração do Concelho, como ainda dos restantes fundos encontra-se disponível à consulta do público.
Scope and content
Contém informação relativa à constituição e regulamentação do município, actividades administrativas, património, contabilidade e finanças, impostos, eleições, recenseamento militar, controlo das actividades económicas, obras, saúde, assistência e educação.
Arrangement
A documentação organiza-se segundo o Quadro de Classificação dos Arquivos Municipais.
Access restrictions
Consulta presencial e on-line.
Conditions governing use
As constantes no Regulamento do Arquivo Municipal de Vila Franca de Xira.
Language of the material
Português
Other finding aid
NUNES, Graça (coord. e textos) - Guia do Arquivo Histório Municipal de Vila Franca de Xira. Vila Franca de Xira: Câmara Municipal de Vila Franca de Xira. S.d. p.19-28.
Publication notes
NUNES, Graça (coord. e textos) - Guia do Arquivo Histório Municipal de Vila Franca de Xira. Vila Franca de Xira: Câmara Municipal de Vila Franca de Xira. S.d. p.19-28.
http://www.cm-vfxira.pt/PageGen.aspx?WMCM_PaginaId=27484
Notes
Os dados que constam nos campos "Datas de produção" e "Dimensão e suporte" referem-se à documentação referenciada no âmbito do projecto.